18 de setembro de 2011

Valor à vida

Depois de uma semana de muito trabalho em outra cidade, acordando muito cedo e dormindo muito tarde, finalmente chegou a hora de voltar pra casa e rever minha família. Era início de noite e eu estava tão cansado que pensei na possibilidade de dormir e ir embora apenas na manhã seguinte, mas a vontade de ver minha esposa e minhas filhas foi maior. Acabei viajando.

No começo do caminho, percebi que não ia ser fácil. Minhas pálpebras pareciam ter uma corda com uma pedra de 5kg pendurada. O sono era enorme. Liguei o rádio para ouvir o jogo do Ceará, que logo começou a perder e, em vez de me animar, começou a dar mais sono. Pensei em parar o carro, mas eu achava que meus limites suportariam até minha casa.

Então comecei a pensar na semana de trabalho, nas situações adversas, nas engraçadas, nas pessoas, nos momentos mais especiais, no que poderia ter sido diferente, quando de repente...


... Abri meus olhos e vi que estava no acostamento da mão contrária, quase saindo da pista e descendo rodagem abaixo. Numa reação de susto, voltei à minha mão e retomei meu caminho. Eu havia dormido.

O susto me acordou e consegui me conduzir até a próxima cidade, onde eu parei e descansei por alguns minutos. Logo depois, segui meu caminho em velocidade mais baixa e com música no volume mais alto possível.

A vida já me deu outras chances parecidas como essa de ontem. Fala-se muito que "só se dá valor a algo, depois que se perde", mas com a vida isso não funciona. Ninguém morre pra poder aprender a valorizar a vida. Vou pensar nisso nas próximas vezes que achar que conheço meus limites.

4 de agosto de 2011

Alergia

Não usei cueca até os 13 anos. Eu dizia à minha mãe que se tratava de uma alergia. Que bastava usar cueca e ficava com coceira, suor, etc. Até que num dia de aula de educação física, aconteceu o milagre da cura.
A aula de educação física dos meninos era separada da aula das meninas. Mas, claro, a das meninas era primeiro. O portão de saída das meninas era o mesmo da entrada dos meninos, e essa entrada/saída sempre acontecia ao mesmo tempo.

Em um dia desses, meus amigos resolveram aproveitar esse momento de transição e tirar meu calção na frente de todos.

E não é que a alergia passou de lá pra cá?

3 de julho de 2011

Twitters que marcam

O correto seria "pessoas que marcam", porque é por trás de uma timeline que estão aquelas pessoas que, através do Twitter, nos marcam e nos fazem lembrar delas em algumas situações da vida fora do Twitter. Por exemplo:

Quando escuto "Hora Certa", eu lembro do @tiodino.

Quando alguém fala "Vocês têm que se entregar mais" ou vejo coxinha, eu lembro da @DeniseRossi.

Quando vejo algum ótimo trocadilho, sempre acho que a pessoa leu e kibou o @oswaldobian.

Quando alguém fala na novela O Clone ou fala em sushi, lembro do @victoroliveira.

Quando vejo qualquer coisa relacionada ao Atlético-MG e paçoquinhas, lembro da @ursulafar.

Quando vejo alguma atitude machista, lembro do sarcasmo do @edutestosterona.

Quando alguém reclama que está sozinho, sem namorada, lembro do @JorgeBarbosa.

Quando vejo o Chaves, lembro do @porraduduh.

Quando escuto a palavra "nona", mesmo se referindo ao número ordinal, lembro da @nairbello.

Quando o padre diz "oremos", lembro da @NossaSenhorita.

Quando alguém escreve tudo em caps lock, lembro do @TIOCAPSLOCK.

Quando escuto as palavras "mágoa" e "rancor", lembro do @coediego.

Quando vejo um iPad, jogo de tênis ou algo sobre Recife, lembro do @bqeg.

E por aí, vai. Não gosto de recomendar Twitters, porque sei que aqueles que podem ser muito bons pra mim, podem ser péssimos pra você. Mas se você se identifica comigo, é provável que você goste de todos esses aí. :)

2 de julho de 2011

Sangue de barata

A vida lhe convida a entrar em confusão. Nunca vai faltar a você uma oportunidade de se meter em briga, discutir com alguém ou se revoltar com alguma atitude que outras pessoas tomem e, com isso, acabe entrando no mesmo nível e se prejudicando apenas porque reagiu mal.

Todos reagem de alguma forma quando são provocados. E é essa reação que faz a diferença entre conviver bem ou viver com dores de cabeça, cheio de confusões.Nunca vi alguém tentar bater de frente e não sair machucado. Há situações em que ter um pouquinho de sangue de barata não faz mal, muito pelo contrário.
Já fui do tipo que reagia mal até quando alguém falava de uma música que eu não gostava. "Essa música é horrível, não sei como alguém pode gostar disso", falava. Eu esquecia de duas coisinhas básicas: 1. Cada um é que decide o que acha bom ou ruim. 2. Eu já tenho problemas demais pra resolver na minha vida, pra ficar me preocupando com o que as pessoas acham ou não.

Sei de enormes tragédias que começaram com discussões banais, bem banais mesmo. Tudo por causa de uma reação descontrolada, que poderia ter sido diferente. É difícil não reagir com revolta quando algum vagabundo vai assaltar aquele celular que você ralou tanto para conseguir, mas isso pode fazer com que se arrependa pelo resto da vida, se ainda continuar com a vida, claro.

Certa vez, dei uma fechada em uma mulher no trânsito. Obviamente foi sem querer, e esperei o sinal vermelho seguinte para parar do lado dela e pedir desculpas. Quando baixei meu vidro e comecei a falar "Descul....", fui interrompido por um "SEU IRRESPONSÁVEL, FILHO DA P***, COMPROU A CARTEIRA, SEU IRRESPONSÁVEL" e como se não fosse suficiente, ainda levantou o dedo médio e girou no ar (ui!) apontando pra mim.

É claro que a vida vai me incentivar a descer do meu carro com o extintor na mão e quebrar o carro dela inteiro, além de quebrar a cara dela também. Mas... Fiz um coraçãozinho com as mãos, encostei no meu peito e mandei beijos pra ela, continuando o pedido de desculpas. Ela fechou os vidros, foi embora e nunca mais nos vimos. Me pareceu um bom final.

Minha esposa estava no banco de trás com as crianças e riu muito de tudo isso. Até hoje rimos. Mas tudo poderia ter sido diferente se eu seguisse os meus instintos naturais e não parasse por um segundo pra pensar nas inúmeras más consequências que a reação natural poderia ter me causado.

Nunca vi algo bater de frente e não sair machucado. Funciona assim no trânsito e nos relacionamentos. Discorde, concorde, mas não bata de frente. Lembre das coisinhas básicas. Coraçãozinho pra você.

29 de maio de 2011

Testemunha de Jeová

Tenho uma aversão terrível a esta religião. Mas calma... ter aversão não significa não ter respeito. Aliás, tenho amigos e colegas de trabalho que fazem parte e os respeito como quaisquer outras pessoas, já que aprendi com minha vida que ninguém vale mais ou significa mais do que outra pessoa e que todos somos iguais.

Mas o que aconteceu pra que eu sentisse isso? Um fato tão lamentável quanto inesquecível.

Eu sempre recebia muito bem aos TJ na minha casa. E olha que até naquele domingo mais preguiçoso, eu me levantava, interrompia café da manhã e até parava transa pra atendê-los. E, acredite, até a revistinha eu comprava nem que fosse pra minhas filhas rasgarem. Até que um belo dia eu cheguei do trabalho cedo e fui na quadra de esportes vizinha à minha casa, pedir a quem estivesse lá que deixasse eu jogar junto (e perder algumas calorias, etc.).

Então chego lá, já calçado, com toda humildade e respeito:

- Boa noite, tudo bem? Será que eu posso brincar aqui com vocês?

Eles se olham desconfiados e pedem pra eu falar com um senhor barrigudo que estava do outro lado da quadra. Como um cachorrinho, eu vou lá:

- Olá, como vai? Será que eu poderia jogar com vocês?

- Hum... é que aqui só tem testemunhas de Jeová.

- Ok, será que eu posso brincar com vocês hoje?

- Nós somos testemunhas de Jeová, você não entendeu?

- Não...

- A gente veio só brincar, não somos competitivos, não falamos palavrões no jogo.

- Eu tenho exatamente essas características.

- Não dá, a gente nem jogar sabe...

Então percebi que eles não queriam se misturar comigo. Saí p&%$ de raiva e prometi que ia descontar isso em todos os TJ que ousassem ir na minha casa.

Daí, sempre que algum vem na minha casa em domingos pela manhã (como hoje), eu conto pra eles essa mesma historinha e faço um sermão dizendo que todos devem se respeitar apesar de religião. Acredite se quiser: nenhum pediu desculpas e alguns ainda tentam se justificar. Teve um que soltou a pérola "no mundo de hoje, ninguém sabe se a pessoa pode andar armada né".

Obviamente, não generalizei todos os TJ naquela pessoa ridícula que foi o barrigudo. Como disse antes, até tenho amigos TJ que gosto muito. Mas isso eu não vou mais esquecer, nem que eles fizessem um amistoso internacional onde eu fosse a principal estrela do dia.

19 de maio de 2011

Ratinho

Estava zapeando entre os canais da TV no intervalo da novela e me deparei com o Ratinho elogiando o Alexandre Frota pela entrevista que ele havia dado à Gabi Gabriela na noite anterior. Repare no que ele falou:

- Parabéns por sua entrevista ontem, Frota. Foi muito boa.

- Obrigado, Ratinho.

- Se a pessoa é sincera, a entrevista é boa. Se não tem nhenhenhém, a entrevista fica perfeita. Pra quem é sincero, tudo fica mais fácil.

Aí ele continuou:

- As pessoas dizem "Ratinho, como você é tão bom negociador..." Bom negociador, nada! Eu apenas sou sincero, entendo do que falo, falo a verdade e não quero enganar ninguém.

Aí ele finaliza:

- Às vezes o cara tenta mentir e se lasca... Porque mentir dá muito mais trabalho. O cara mente, daí depois ele tem que mentir de novo, e de novo, e acaba se lascando.

O Ratinho (pois é, o Ratinho), numa fala de menos de 2 minutos, resumiu uma apostila inteira sobre negociação e ética.

7 de maio de 2011

Cinto no Armador

Voltava da escola no auge da minha 7ª série, com energia suficiente para chegar em casa, jogar o fardamento escolar no chão e ir para o campinho jogar bola.

Dribles, passes, gols... E, de repente, naquele dia o jogo foi interrompido pelo meu pai. Ele invadiu o campinho andando lentamente e concentrado no meu olhar. Ao aproximar-se, pegou na minha orelha com força e foi me puxando por ela até chegar em casa.

Todos os meus amigos ficaram paralisados e em silêncio observando aquela cena. A orelha não doía, quando eu pensava na vergonha que estava passando naquele momento.

Até que, em casa, meu pai me leva até o quarto e aponta para a roupa no chão:

- O que é isso? Perguntou meio ofegante.

- Eu junto, pai. Respondi.

- Eu quero saber por que é tão difícil colocar a roupa no cabide. Retrucou.

Eu já comecei a chorar, porque meu pai demorava meses para perder a paciência comigo, mas quando perdia... a pisa era certa e doía muito mais do que todas que minha mãe me dava, que eram diárias.

Percebi que nos seus olhos, não estava apenas a raiva por eu ter deixado uma roupa no chão. Neles estavam a soma de todas as decepções que ele já havia tido comigo (eu não era fácil), principalmente quando ele esperava de mim o melhor em todos os aspectos.

Ele começou a tirar o cinto da cintura e meu desespero só aumentava. Eis que em um momento divino, ele pega o cinto e o pendura em um armador de rede.

Chorando e ainda sem entender, tento olhar em seus olhos e perceber o que estava acontecendo. Será que ele ia usar as mãos mesmo? Será que ele ia pegar algo que me fizesse sentir mais dor? Aí, ele senta na cama, olha pra mim com um olhar sério e concentrado para dizer as palavras mais incríveis que tinha ouvido na minha vida, vindas da boca do meu pai:

- Escute aqui. Eu não gosto de lhe bater. Todas as vezes que lhe bati foi porque você mereceu, mas eu não queria lhe bater. Não queria que você fizesse por onde merecer. Mas você não aprende...

Ele continuou:

- Tá vendo aquele cinto ali? Eu não quero mais tirá-lo dali, você está me entendendo?

- Entendi, pai.

Ele saiu do quarto, eu juntei a roupa e a coloquei no cabide. Olhei para o cinto e jurei que ele ficaria pendurado ali por muito tempo. E ficou. Meu pai nunca mais me bateu depois daquele dia. A possibilidade de decepcionar o meu pai me deixava mais cauteloso do que qualquer ameaça.

Percebi que cada pisa que levei, teve sua interferência na minha vida e que todas foram merecidas. E já era hora de parar de merecer. Pai, você não tem ideia do quanto lhe agradeço a Deus por ter lhe escolhido pra me mostrar isso, e ter escolhido a época certa para que tudo isso acontecesse. Obrigado.

12 de fevereiro de 2011

Minha vó e a chuva

Na minha infância fui, muitas vezes, à beira de um rio que ficava a cerca de 5km da minha casa, com uma "roladeira" pegar água. Ao retornar, passar a água da roladeira para os potes que ficavam nos banheiros, na cozinha e no quintal.
Água não erá fácil. Hoje, a situação melhorou muito, mas ainda há muitas localidades que dependem muito das chuvas. Na verdade, todos nós dependemos muito da chuva, mas há pessoas que dependem mais que as outras por não morarem onde há sistema de abastecimento.


Ainda há quem vá pegar água na beira do rio com roladeiras, baldes, reservatórios... a luta é enorme.

No entanto, quando era eu o 'motorista' da roladeira, não fazia a menor ideia da importância que aquela água tinha. Graças a Deus, nunca passamos sede em casa, sempre havia um riozinho por perto. Mas não é assim pra todas as pessoas.

Não foi assim pra minha vó paterna.

Após um período grave de seca, houve um dia que choveu muito. As ruas estavam alagadas, com muita lama, cheias de poças, barro... era impossível sair de casa e não se sujar. Fui visitar meus avós nesse dia e, ao chegar, comentei alto que "chover era péssimo e só servia para deixar a gente sujo de lama".

Minha vó interrompeu o que estava fazendo e me chamou:

- Olhe aqui: na próxima vez que você disser isso, eu vou bater na sua boca. Você sabia que tinha muita gente implorando por essa chuva? Você já passou sede? Eu devia deixar você um dia inteiro sem beber água pra ver se você aguenta. E agora vem você reclamar de estar sujo com lama? Nunca mais diga isso.

Naquela hora eu não entendi muito bem, mas nunca mais esqueci disso. Nunca mais falei mal de chuva e nem de lama nenhuma. Com o tempo eu fui entendendo o porquê dessa bronca que minha vó me deu, com toda razão. Através do meu trabalho, conheço realidades semelhantes à minha e outras muito piores. Aprendi que uma laminha na calça não é nada, diante de alguém que está com sede, sem água em casa. Concluí inclusive que passar sede é pior do que passar fome.

Em toda chuva que dá e em cada obstáculo que ela parece me proporcionar, eu vejo você, vó, dando-me força e consciência. Saudade.

18 de dezembro de 2010

Rezar

Depois de aulas de negócios, matemática, serviços domésticos e dança, chegou a vez da Lumara nos ensinar a rezar. :)



Não sei, mas acho que Maria deve ter se derretido inteira com essa. (risos)

2 de novembro de 2010

24 de outubro de 2010

Minha vida!

Eu respeito o ser humano. A orientação sexual, em nada muda os meus conceitos sobre o caráter ou capacidade de qualquer pessoa. Graças a Deus, absorvi bem essa consciência, mesmo com o mundo inteiro tentando me acostumar ao contrário.

Mas não nego que ainda me surpreendo com algumas manifestações públicas de relacionamentos homossexuais.

Estava conversando com quatro sócias que desejavam obter um empréstimo e depois de todas as negociações, fechamos o negócio e informei que elas poderiam aderir a um seguro de vida, para resguardar a família e as demais sócias. Prontamente, aceitaram.

Aí comecei a perguntar quem, cada uma delas, gostaria de deixar como beneficiário do seguro de vida.

- Meu filho, Paulo Lopes Silva. Disse a primeira.

- Meu filho, Adilson Marques Sousa. Disse a segunda.

- Minha filha, Adriana Oliveira Soares. Disse a terceira.

- Cláudia Furtado dos Santos. Disse a quarta.

Então perguntei à quarta mulher:

- E o que a Cláudia Furtado é sua?

Após trocar olhares desconfiados com as sócias, com um sorriso contido na boca, ela se voltou pra mim e falou:

- Ela é minha vida.

Demorei alguns segundos pra entender que Cláudia era a companheira dela (não queira imaginar como ficou o meu olhar e a minha boca durante esses segundos). Uau! Foi o que pensei quando entendi. Eu jamais daria essa resposta se alguém perguntasse sobre meu parentesco com a minha esposa. E olha que a amo...

Que tal fazer esse teste com seus amigos heterossexuais e perguntar como eles veem suas parceiras? Se alguém der uma resposta tão amorosa, tão carinhosa e tão respeitosa, por favor me avise.

* Obviamente usei nomes fictícios, viu. :)

3 de outubro de 2010

A poderosa raquete

Uma das melhores aquisições que fiz nos últimos anos, foi uma raquete elétrica de matar mosquitos. Além do fato de eu conviver sem o terrível incômodo das picadas, essa raquete me dá uma sensação incrível de como se eu fosse um gladiador sanguinário, bravo, temido e invencível quando estou à caça deles. Com a raquete na mão, eu viro praticamente um Conan.

E o melhor: os mosquitos não morrem por causa de um choque não. Cara, eles explodem, se transformando em poeira cósmica! Não é demais? Acho que se para nós há o chocolate e o inferno, para os mosquitos há o sangue e a raquete elétrica.

Mas, a raquete elétrica é um produto que vem por contrabando da China. Você só encontra em lojas de coisas falsas. E quando chegam no Brasil, é feita uma "guaribada" nas embalagens para tornar o produto ainda mais atraente. Caso você se interesse, veja a foto da embalagem e o manual de uso.

Mosquito Swatters... nem o Grupo Tabajara colocaria um nome melhor.

A justificativa é que deve realmente ser muito difícil traduzir aqueles garranchos chineses.

2 de outubro de 2010

DEBATE ENTRE OS PRESIDENCIÁVEIS 2010

Pode ser a última chance de definir o seu voto consciente. A partir das 20h todos os candidatos à Presidência da República debaterão sobre vários temas, de maneira aberta e livre. Acompanhe, comente e envie suas perguntas!




26 de setembro de 2010

Felicidade

Definir felicidade é impossível. Ainda não se sabe se é um sentimento, um estado de espírito, uma forma de viver, uma meta, um lugar...

A certeza sobre a felicidade é apenas uma: nós não queremos ser ricos, ser pais, ser casados, ser populares, ser reconhecidos. O que queremos mesmo é ser felizes. Há pessoas que conseguem ser felizes com muito, outros com pouco, outros com tudo, outros com quase nada.

Entre os inúmeros sinais de se perceber alguém feliz, eu considero "rir de bobagem" como um dos mais evidentes. Você faz a batidíssima piada do pavê ou pacumê e alguém ri: essa pessoa é feliz, tem que ser.

Veja o apanhado de situações em que você poderá detectar se a pessoa é feliz, ou não:





























Quer ser feliz lendo muitas outras bobagens? Siga @AnonimoFamoso no Twitter. :)